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Casario típico da Ribeira, PORTO

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GUIMARÃES
CAPELA DE SÃO MIGUEL
Uma corrente historiográfica essencialmente nacionalista perpetuou a lenda de que foi nesta capela que teve lugar o baptismo de D. Afonso Henriques. Mas, na verdade, a actual igreja de São Miguel do Castelo é um edifício do século XIII. A sua edificação aconteceu por iniciativa da Colegiada de Guimarães.

CASTELO
É a relíquia da independência de Portugal, os seus panejamentos de muralhas são pautados por torres quadrangulares. A disposição dos volumes e das superfícies é muito curiosa, muito orgânica. No centro deste surge a torre de menagem, a torre principal, mais alta e mais central do castelo, com 27 metros de altura. À sua volta as muralhas dispõem-se com as suas ameias numa planta quase pentagonal.
Pode-se percorrer as muralha lá em cima, pelo caminho da ronda, num passeio enaltecedor para a alma.
CENTRO HISTÓRICO

O centro antigo da cidade é uma maravilha para o visitante, de ruas e ruelas, de largos e praças. É uma cidade que vem dos tempos medievais, e que manteve algumas casas  dessa altura a que se juntaram outras até aos dias de hoje, mas a mudança foi tão gradual que a paisagem urbana não ficou com nenhuma ferida das intervenções. E, embora sendo um centro histórico, vibra de vida nova esta parte de Guimarães.

A praça de Santiago tem uma forma aproximadamente triangular, com um casario em banda tipicamente do norte. As suas casinhas estreitas enfileiram-se com formas ligeiramente diferentes umas das outras o que lhe dão um carácter uniforme mas variado. O largo da Oliveira é uma obra-prima do tempo. Com umas casas muito típicas, de três e quatro pisos e que, por baixo estão sustentadas em colunatas, uma das quais com arcos ogivais o que lhe dá um aspecto muito antigo e venerável de cidade da longínqua idade média. Há no meio do largo um padrão, chamado do Salado, que é um curioso templete, com quatro arcadas ogivais fazendo de abrigo a um cruzeiro de calcário. 

Este Largo e a Praça comunicam por baixo de um edifícios apoiado em arcos ogivais, funcionando como uma espécie de diafragma urbano. Neste centro o espaço e as várias peças arquitectónicas geram múltiplos pontos de interesse para o observador.Domina a praça a Nossa Senhora da Oliveira.

Está classificado pela Unesco como Património Mundial da Humanidade.


IGREJA DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA
É uma igreja cuja forma exterior, com um portal central e duas águas laterais mais baixas se repercute na disposição interior em três naves. O portal é amplo, em estilo gótico é amplo, com três arquivoltas assentes em seis colunelos. Por cima há um janelão com lavores esculpidos.
O interior tem pilares que dividem os três espaços principal e laterais. No altar-mor encontram-se painéis que representam dois santos. Ostenta uma série de pinturas góticas no tecto, com influência italiana e bizantina. Tem ainda um cadeiral do século XVII com desenho neoclássico.Tem anexo um claustro românico influenciada pela cultura árabe.
PAÇO DOS DUQUES DE BRAGANÇA

É um palácio do fim da idade média, com quatro fachadas altas com uma varanda lombarda ao nível das cornijas. Nos telhados há uma variedade de chaminés. O aspecto geral do edifício é muito no género das edificações similares da Borgonha do mesmo período. A entrada dá para um claustro ao gosto gótico com um piso superior com aberturas muito mais pequenas e rectas.
Tem um núcleo museológico, que atravessa variadas salas, onde se podem apreciar arcabuzes, espadas, lanças, mosquetes, mobiliário. Numa das salas está uma tela impressionante de Josefa de Óbidos, "o cordeiro pascal".
A sala de banquetes tem a característica de o tecto imitar uma quilha de um barco virado do avesso.

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