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MAFRA
O PALÁCIO E CONVENTO DE MAFRA

O rei D. João V, um dos mais controversos de Portugal, mandou o arquitecto alemão Ludovice desenhar um edifício de rara ambição. Escolheu a localidade de Mafra porque, reza a lenda, fez uma promessa de construir aí um convento caso tivesse um filho.
As obras começaram em 1717 e concluíram-se em 1744. Foram precisos dezenas de milhar de artesãos e artistas para pôr de pé o projecto. Dos melhores e sempre com os materiais mais refinados. E foi construído muito mais do que um convento. Uma basílica, um palácio real, um convento para trezentos frades, uma biblioteca vastíssima, claustros... Tudo no mesmo edifício. Há quem lhe chame “uma cidade de mármore”. Os interiores são soberbos e solenes, com embutidos e esculturas de grande qualidade.

A planta do edifício é parente do Escourial em Madrid, quadrada, quase com 4km2. Na edificação predomina a horizontalidade, que veio do chamado “estilo chão”, tipicamente português. Ao centro fica a basílica, inspirada no barroco católico italiano, com duas torres sineiras onde ainda hoje em dia toca o carrilhão. Estas torres são bulbosas, de inspiração germânica. As fachadas prolongam-se para ambos os lados sendo rematadas por torreões. Os torreões são inspirados no forte do Paço de Lisboa (destruído no sismo de 1755). O palácio é, portanto, uma síntese do barroco católico da sua época.
E este também deu origem a um dos mais célebres romances de Saramago, prémio nóbel da literatura, “O Memorial do Convento” que conta a história das pessoas que o construíram. (Palácio: 10h00-16.30h. Fecha 3ª feira. Basílica: 10h00-13h00 e 14hoo-17h00. €5. Entrada gratuita domingos e feriados até às 14h).

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