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CASTELO DOS TEMPLÁRIOS
As torres e muralhas amontoam-se numa estratégia construtiva que era a mais avançada da época. O castelo é inspirado nas construções militares que os templários erguiam, na mesma altura, na Terra Santa. São duas linhas de muralhas cosidas por torres redondas e cúbicas que fazem um óptimo conjunto. (Inverno: 9h00-17.30h; Verão: 9h00-18h00)

CONVENTO DE CRISTO
É um dos principais monumentos de Portugal. E foi intervencionado com acrescentos e enriquecimentos artísticos do século XII ao XVIII. Entra-se pela porta nascente do castelo e segue-se por uma longa escadaria cheia de vestígios de outras épocas. Contém sete claustros de diferentes épocas e muitos outros edifícios.
Quando nos aproximamos vemos, em vários planos sobrepostos, o castelo, a igreja antiga e corpos horizontais brancos do convento tipicamente da arquitectura chã portuguesa, numa composição arquitectónica de grande excelência.
A entrada principal do núcleo mais antigo está colocada na fachada norte. Com motivos decorativos góticos, renascentistas e manuelinos.
O núcleo central e mais importante é a igreja com a sua charola e a casa do capítulo anexa. Como sofreu vários acrescentos, dos templários, de D. Manuel, de D. Henrique, acabou por ter uma forma muito invulgar, alta e parcialmente redonda, com campanários e com um corpo cúbico anexo é, pela sua irregularidade, e pela sua decoração copiosa, uma peça única da arquitectura do ocidente. Tanto por fora como por dentro.
A charola da igreja do convento é absolutamente única, inspirada nas mesquitas sírias que os templários viram quando andavam pelo médio oriente a galope atrás e a fugir dos sarracenos. (uma charola é um corredor circular por trás do altar-mor). É um precioso santuário da alta Idade Média que segue formalmente a Ermida de Omar de Jerusalém. Esta charola é grandiosa, e sendo a parte da assistência da igreja relativamente pequena, havendo uma tensão grande entre as proporções ficamos com a impressão de estarmos num sítio muito maior.
Mas a janela manuelina exterior, (que dá para o Claustro de Santa Bárbara) é o emblema não só do convento de Cristo mas também do estilo manuelino. Se quisermos saber, facilmente, o que é o estilo manuelino basta ver uma vez esta janela (que foi copiada no Palácio da Pena em Sintra). Nela aparecem motivos vegetalistas e motivos marítimos, cordas, conchas e esferas armilares, além disso tem grandes dimensões. E mesmo os líquenes e musgos ainda lhe dão um aspecto ainda mais vivo e vibrante.
Os claustros são vários mas o mais importante, o central e anexo à igreja, é uma obra-prima da arquitectura renascentista. Feito no tempo de D. João III, possui dois pisos, tem uma linguagem plástica completamente italiana e clássica. Ordem, rigor, arcos perfeitos, proporção, colunas dóricas no piso térreo e jónicas no seguinte, fazem um contraste com a parte rendilhada e fantasista manuelina do resto deste núcleo.
Há muito mais coisas a ver, desde esculturas manuelinas, e várias capelas da época de D. João V. O Convento de Cristo é um sítio cheio de luz, cor, formas e alegria decorativa. É um dos sítios mais belos do mundo.

Foi classificado pela Unesco como Património Mundial da Humanidade  (9h00-17h00. €5. Entrada livre nos domingos e feriados até às 14h)
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