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LISBOA - GRANDE LISBOA
AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES E MÃE-D\'ÁGUA

Tem uma extensão de 18 km, desde Caneças até à Mãe-d'água por cima do largo do Rato. É obra do século XVIII, do rei D. João V, o magnífico, e visava suprir de água a capital que dela necessitava cronicamente no verão. A parte final do aqueduto é monumental, com 35 arcos a vencer o vale de Alcântara, 14 deles de configuração ogival, de grande altura, com robustos pegões, por onde, hoje em dia, serpenteiam estradas e comboios. Aqui houve um serial killer no século XIX, quando o aqueduto servia de passadiço entre os dois montes. A horas nocturnas, um assaltante, depois de espoliar as vítimas dos seus bens, atirava-as cá para baixo.
O aqueduto antes de entrar na Mãe-d'água faz ainda um arco triunfal que comemora não uma batalha mas a entrada da própria água em Lisboa. É um arco triunfal solene e belo, de nobres linhas mas sem excesso de decoração.Depois o aqueduto transforma-se nesse imenso e bonito reservatório que é a Mãe d´Água que está enquadrada por um jardim deliciosamente pequeno. O reservatório hoje é um museu e sítio de eventos, por dentro há a chamada Arca da Água, o reservatório propriamente dito, de 7,5 m de profundidade e com tectos em abóbadas. A água sai para este reservatório por uma fonte com um grupo escultórico alusivo a Neptuno.

CINEMATECA
É a Meca lisboeta do cinema, um sítio onde há sempre ciclos de cinema de autor e reposições de clássicos do cinema europeu e americano. É um belíssimo e tranquilo edifício, com um terraço magnífico, onde se pode comer, beber e conversar. No verão há, neste terraço, projecção de filmes ao ar livre, o que pode ser singularmente agradável nas noites do estio lisboeta. (R Barata Salgueiro, 39)

CONVENTO DA MADRE DE DEUS
Fundado em 1509, em Xabregas, situa-se o convento da Madredeus. (a mãe de deus). Por fora tem um aspecto corpulento e pesado só adoçado por janelas manuelinas. É muito mais importante por dentro que por fora porque é um grande repositório de tesouros em Lisboa.
Tem um claustro pequeno mas por onde a luz jorra verticalmente fazendo um belo efeito nos rendilhados manuelinos. E também tem uma igreja barroca de aparato com talha dourada e caixotões com pinturas e azulejos azuis e brancos nas paredes. (R da Madre de Deus, 4.fecha 2ª e 3ª de manhã).

MARQUÊS DE POMBAL E PARQUE EDUARDO VII
A Avenida da Liberdade acaba, mais acima, numa grande praça redonda chamada Marquês de Pombal. Nesta praça, o Marquês de Pombal, acompanhado de um leão, em cima de um grande plinto de calcário, apontam para o rio que está ao fundo. Nesta rotunda o trânsito bifurca-se e o espaço prolonga-se para cima num jardim aberto ao centro e bosque dos lados chamado Parque Eduardo VII. Ao cimo da encosta duas colunas modernistas, muito altas, e muito direitas marcam o espaço. Escondido neste parque há um jardim botânico muito jovial, com dois climas, uma estufa fria e uma estufa quente.
MUSEU CALOUSTE GULBENKIAN

Tem uma arquitectura dos anos sessenta, com grandes corpos deitados de betão e vidro que são escondidos por arvoredo. Os interiores, onde predomina a horizontalidade, são serenamente existencialistas. Tem uma importante colecção de arte antiga, egípcia, síria, babilónica, e europeia de épocas mais recentes, joalharia de René Lalique, entre muitos outros objectos de coleccionador como livros, cerâmicas, etc.

O jardim é uma pérola de entrelaçamento de várias espécies com caminhos e recantos cheios de descontracção, meditação e repouso. Tem cafetaria com agradável esplanada junto aos jardins, no piso térreo junto à biblioteca. (Av de Berna, 45 A. 10h00-17.45h. Fecha 2ª feira. Colecção permanente: €4).

Funcionando num edifício autónomo mas integrando o conjunto paisagístico do jardim encontra-se o Centro de Arte Moderna que, além do valor documental sobre a arte portuguesa das últimas décadas, tem várias exposições temporárias de arte contemporânea.

MUSEU NACIONAL DO AZULEJO

Este museu fica dentro do convento da Madredeus. Tem uma larga colecção desta nobre arte de fazer e pintar azulejos que é tão enraizada e específica da cultura portuguesa dos últimos séculos. (218 100 340. R da Madre de Deus, 4. 4ª f a domingo: 10h00-18h00; 3ª f: 14h00-18h00. Fecha 2ª f e 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1º de Maio e 25 de Dezembro; €4).

PRAÇA DE TOUROS
É um edifício neo-árabe, em tijolo vermelho, a sua construção é, como seria de esperar, circular, apresentando quatro torreões ortogonalmente dispostos. Estes têm umas cúpulas com um gosto orientalizante. Foi erguido em 1892, e espelha o gosto romântico em fazer edifícios que pareçam de outras épocas e civilizações. Tem um amplo espaço à volta e o contraste das sacadas vermelhas com o verde das árvores é muito bonito. Hoje em dia, por baixo, tem um moderno centro comercial.  (Praça do Campo Pequeno)
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