Numa das portas medievais do recinto amuralhado encontra um portal monumental, em cujo nicho figura uma imagem em mármore de S. Tomás de Aquino. Na sua face interior há que realçar um portal em ferradura, que correspondia a uma entrada nas muralhas árabes.
Principal entrada terrestre na época de ocupação árabe (séculos XII / XIII). No século XIII, devido à Reconquista Cristã, esta entrada foi reforçada pelos árabes com duas torres Albarrãs, de modo a facilitar a defesa da cidade, tornando difícil o acesso do inimigo.
Dominando o Largo do Carmo, foi fundada em 1713.O último piso foi feito em 1775, a torre nascente nos princípios do século XIX e a outra em 1878. A talha foi a manifestação artística mais utilizada nesta igreja, tendo nela trabalhado os melhores escultores da região. Merecem ainda referência a ornamentação da sacristia, o acervo de imaginária da Procissão do Triunfo e a Capela dos Ossos (entrada 1€). Esta última foi construída com os ossos de mais de mil monges e pretendia relembrar-lhes a efemeridade da vida.Aqui encontramos os vestígios da vida tradicional do Algarve. Em exposição estão cerâmicas, teares e arreios decorativos. As fotografias documentam antigas técnicas agrícolas. Um olhar sobre um Algarve que já foi bem diferente. (289 827 610. Praça da Liberdade; 9h00-12h30 e 14h00-17h30; fecha ao fim-de-semana; €1,50).
Foi mandada construir após a Reconquista cristã, em 1251, pelo Arcebispo de Braga, D. João Viegas. As tropas inglesas do Conde de Essex saquearam e incendiaram a cidade, em 1596, arruinando gravemente este templo. Reconstruíram-se as colunas e os respectivos arcos de acordo com os princípios da arquitectura chã, tendo-se mantido diversas capelas, que foram remodeladas nos séculos XVII e XVIII. No interior pode ser apreciado um dos melhores conjuntos de talha e imaginária algarvia.















