É um pequeno centro cultural mas bastante activo, que prima por ter sempre exposições de arte contemporânea, concertos de jazz entre outros. Tem um tranquilo café num pátio interior com acesso à Internet. (282 770 450. R Lançarote de Freitas, 7).
Um pequeno forte, da época das guerras da Restauração, está na boca do rio, primeiro posto da defesa contra incursões marítimas. Dá um remate muito especial ao passeio marítimo.
É uma igreja que por fora esconde a luxúria da talha dourada que contém no seu interior. Se o exterior é discreto, o interior, barroco, é uma profusão de figuras grotescas, de querubins e serafins, de plantas, de animais e monstros, toda uma miríade de figurinhas que se agitam brilhantes no ouro. O tecto é de madeira e suporta, ao centro, um pesado escudo com as armas de Portugal.
Das primitivas muralhas subsistem vários vestígios pré-terramoto, como por exemplo, uma magnífica e lendária janela manuelina. Há uma encantadora parte da cidade que está dentro destas muralhas, em ruas pequeninas e prédios antigos de dois ou três andares.
É um parque que prima pelo respeito pelas condições de vida dos seus residentes. Assim sendo, as áreas a que cada espécie está confinada são bastante confortáveis consoante as suas especificidades. Conta com espécies exóticas e endémicas. A principal atracção é a Ilha dos Primatas. (282 680 100. Barão de São João. Abril a Set: 10h00-19h00; Out a Março: 10h00-17h00; 10€)
É uma praça com braços radiais aberta ao passeio marítimo, que é o centro actual de Lagos. Contém a estátua de D. Sebastião, de 1973, do escultor João Cutileiro. D. Sebastião aparece-nos com um ar infantil e desprotegido, o que marca a viragem da cultura portuguesa para rever a sua história de maneira crítica. Muito perto desta praça encontra-se outra onde há um monumento evocativo dos portugueses que morreram a batalhar na Bélgica, na primeira guerra mundial. 















