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Ponte 25 de Abril, LISBOA

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COIMBRA
ARCO DE ALMEDINA.
O Arco e a Torre de Almedina são dois dos testemunhos monumentais do que foi a Muralha de Coimbra. No século XII, Coimbra torna-se a capital de um novo Reino e era no topo da colina (actual Largo D. Diniz) que se erguia a Torre de Menagem do Castelo. Era aí que se encontrava a Porta do Sol um dos mais importantes acessos à cidade. Na Barbacã, são ainda visíveis os arranques de dois arcos em ferradura do antigo portal duplo da Cidade Muçulmana. (Núcleo da Cidade Muralhada; Out. a Mar.10h00-13h00 e 14h00-18h00; Abr. a Set. 11h00-13h00 e 14h00-19h00; fecha dom. e 2ºf)
BIBLIOTECA JOANINA DA UNIVERSIDADE
O rei D. João V, o magnífico, cujo reinado foi financiado com o ouro do Brasil, mandou dotar a anciã universidade de uma biblioteca inacreditável, tornando-a muito moderna, aos padrões do século XVIII. A entrada é feita por um portal de aparato, com duas colunas jónicas de cada lado, com um arco apoiado em mísulas, e, por cima um escudo português de requintado desenho.O interior é único no país, pela sua decoração das estantes em talha dourada, pelos tectos pintados e pelo piso com desenhos embutidos. As lombadas dos livros recobrem as paredes como se fossem tapeçarias exóticas.
CONVENTO DE SANTA CLARA – A – NOVA
Edifício de estilo Barroco, dos séculos XVII e XVIII, cuja construção teve início em 1649. No interior da Igreja destaca-se o Retábulo da Capela-Mor, em talha dourada, onde se encontra o Túmulo da Rainha Santa, em prata e cristal e uma imagem de Santa Isabel. (Igreja: Seg. a Sáb: 08h30-18h00, Dom: 08h30-18h30; Claustro: 09h30-12h00 e 14h00 17h00, Sáb. e Dom. depende das cerimónias)
CONVENTO DE SANTA CLARA – A – VELHA

Em 1283, D. Mor Dias fundou uma comunidade religiosa no local onde se encontra o Mosteiro de Santa Clara a Velha. Esta comunidade era dedicada a Santa Clara, um sinal da popularidade das ordens mendicantes que na época chegavam a Portugal. Em 1331, a cheia do Mondego invadiu o recinto, iniciando o seu afundamento. Se hoje a Igreja parece baixa e “atarracada” é porque metade da sua altura esteve submersa em lodo. Apesar de todos os esforços de drenagem e conservação, a Igreja e o Mosteiro foram abandonados em 1677, transferindo-se a comunidade de monjas para Santa Clara – a – Nova.

EDIFÍCIO CHIADO

É um edifício com estrutura em ferro, já com características Arte Nova. Hoje alberga um núcleo museológico com pintura, escultura, porcelana chinesa e mobiliário português e indo-português.

 

IGREJA DE SANTA CRUZ

Foi um importante centro de conhecimento e estudo na Idade Média. Situa-se na baixa de Coimbra, por entre um velho casario. É uma construção medieval mas que foi muito modificada pelo rei D. Manuel por alturas das Descobertas. Posteriormente foi acrescentado ao edifício um arco triunfal barroco do século XVIII que avança da fachada como que a reforçar o convite ao transeunte a entrar. Atrás dela há um portal com profusão decorativa manuelina. Assim, a obra, aparece-nos como um híbrido de várias épocas. O que é habitual em monumentos quase milenares. Da parte românica quase nada de nota se conserva. Entramos e encontramos um interior espaçoso de uma só nave. Tem à entrada um cadeiral digno de ser visto de perto, um maravilhoso trabalho do século XVI. Passamos por baixo do coro e aparece-nos à esquerda um belo órgão barroco. A abóbada por cima é estrelada manuelina. Encontramos magníficos túmulos profusamente trabalhados da mesma época. A nave inclui ainda um púlpito renascentista. Enfim, é uma lição de arte portuguesa antiga que ali está ao nosso dispor.Tem ainda uma sala do capítulo e uma sacristia. É, juntamente com a Igreja de Santa Engrácia em Lisboa, considerado Panteão Nacional por nele se encontrarem sepultados os dois primeiros reis de Portugal (D. Afonso Henriques e D. Sancho I).

SÉ NOVA
A Sé data de 1598 e a sua construção terá durado um século. A fachada revela esse longo tempo de construção: a 1ª fase de linhas marcadamente clássicas e uma 2ª fase ao gosto Barroco. No interior do templo destacam-se: Retábulo da Capela-Mor em talha dourada, de finais do Séc. XVII, um cadeiral em Pau Preto do Séc. XVII, a Pia Baptismal Manuelina e da Sé Velha de Coimbra  e imponentes Órgãos do Séc. XVIII ao gosto Neo-Clássico. (Largo da Sé Nova. Ter. a Sáb. 08h30 – 12h00  e 14h00 – 18h00. Fecha Dom., Seg. e Feriados civis).
SÉ VELHA
É o mais importante e bem conservado exemplar arquitectónico do estilo românico em Portugal. Quando o vemos reconhecemos logo aquele ar forte e robusto, com ameias lá em cima, aparentando ser uma construção fortificada. A fachada tem nela escavada um portal de arcos reentrantes, no nível superior há uma grande janela idêntica com esta entrada. O interior é amplo de três naves, a central está rematada com abóbada de berço. As laterais são mais baixas. Os arcos são semi-circulares e assentam em incansáveis pilares. A cabeceira tem a capela-mor e mais duas capelas com um retábulo em madeira. No interior desta igreja encontram-se ainda várias capelas e túmulos de pessoas importantes da Idade Média.O claustro é posterior, em estilo gótico, com cinco arcos quebrados de cada lado. Estes têm inscritos mais dois arcos também de meia volta com um óculo por cima. Embora já gótico este claustro ainda tem um ar rude do românico. 
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